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Onde estão nossos filhos?

Estes são apenas alguns relatos de crianças que desapareceram misteriosamente 
e nunca mais foram encontradas. No Brasil são milhares e continuam desaparecendo. 
A prevenção e o conhecimento são a melhor forma de evitar que tamanho sofrimento recaia sobre novas famílias.
Para acompanhar outros casos acesse menu lateral  - Crianças desaparecidas.


Stephany Souza do Carmo Lopes

 
Stephany Souza do Carmo Lopes
No dia 17 de agosto de 2002, Stephany Souza do Carmo Lopes, 6 anos, foi brincar na casa de uma vizinha, em São Paulo. Segundo testemunhas, ela teria sido levada por uma mulher loira.

A polícia investigou o caso, chegou a prender alguns suspeitos, mas nunca conseguiu encontrar quem seqüestrou a menina.

“Eu estava trabalhando, mas sentia uma agonia enorme. Era uma sensação estranha e liguei várias vezes para casa durante a manhã, para ver se estava tudo bem”, disse Zeni Souza do Carmo Lopes, mãe da criança. “Stephany saiu para brincar na casa da vizinha. Depois, eles me ligaram no serviço e disseram que tinha sumido”.

Zeni conta que visitou várias cidades do estado atrás de pistas, mas nunca conseguiu achar Stephany. “Eu tenho esperanças de que vou achá-la. Sofro muito e mantenho o quarto de minha filha intacto. Sempre que tenho pistas vou atrás e procuro ir à delegacia pelo menos uma vez por semana para saber a polícia tem alguma novidade”, diz.

Matéria relacionada:  Retrato em 3D em favor  das pessoas desaparecidas


Stephany Souza do Carmo Lopes - Desaparecidos do Brasil



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Qualquer informação que possa levar ao paradeiro de STEPHANY DE SOUZA DO CARMO LOPES ou indicar qualquer pista sobre o caso, entre em contato com a Delegacia de Pessoas Desaparecidas de São Paulo através do telefone (11) 33150147. 
ou  pessoasdesaparecidas@ssp.sp.gov.br  / contatodesaparecidos@gmail.com


Desabafo e revolta do Pai de Leandro Bossi

postado em 28 de jan de 2013 09:36 por DESAPARECIDOS DO BRASIL   [ 22 de nov de 2013 08:18 atualizado‎(s)‎ ]

"Pais, cuidem mais de seus filhos,
 porque a dor é muito grande."

Dezenove anos se passaram sem que a polícia descobrisse o paradeiro de Leandro Bossi, desaparecido em fevereiro de 1992

Se fosse para dar um conselho, o construtor civil João Bossi, pai de Leandro, teria apenas um:
 
"Que os pais cuidem mais dos seus filhos, porque a dor depois é muito grande." conta emocionado.

A família lamenta o desaparecimento o tempo todo, mas há duas datas muito críticas, a época de Natal e o aniversário de Leandro, dia 8 de fevereiro.

Emoção e Revolta.

João Bossi quer apenas uma coisa, a resposta sobre o desaparecimento do filho em 15 de fevereiro de 1992, em Guaratuba, litoral paranaense.

João Bossi Desaparecidos do Brasil
No dia que Leandro desapareceu, aos 7 anos de idade, ele saiu de casa e foi até o trabalho da mãe. Ela pediu para que o filho voltasse para casa e trocasse de roupa. Depois disso nunca mais foi visto.

" Eu quero uma resposta. Não veio nenhuma. Não veio ninguém, nem assistente social passou aqui. Só quero uma resposta do governo do Estado. Se está morto, onde! Se está vivo, onde, e por que desapareceu? O governo está mais preocupado em transferir presos de Matinhos e Guaratuba para Curitiba, Nós não temos ajuda de nada." , desabafa o pai.



Outros casos marcantes de crianças desaparecidas no Paraná.

 
O último caso de grande repercussão, não solucionado pelo Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) da Polícia Civil do Paraná, ocorreu em 2005 em Curitiba,  no desaparecimento da menina Vivian Florêncio, na época com três anos de idade. Ela sumiu junto com a mãe, Maria Emília Florêncio, cujo corpo (da mãe) foi encontrado cinco dias depois do desaparecimento, mas nunca houve qualquer pista do paradeiro da criança.

O caso mais recente, sem nenhuma solução até o momento, é o da menina Joseane Moraes de 9 anos, desaparecida em 3 de dezembro, em Cambé, norte do Paraná. A imagem dela continua sendo amplamente divulgada na mídia e internet.

Os casos  mais antigos, ocorridos nos anos 80 e 90 ficaram marcados na memória da sociedade. Foi quando houve o registro dos desaparecimentos de Ewerton de Lima Gonçalves, Guilherme Caramês Tiburtius e Leandro Bossi, ( fotos acima)  e muitos outros que não foram resolvidos até hoje.

Razões para os desaparecimentos

A delegada titular do Sicride, PR, Daniele de Oliveira Serigheli, explica as várias razões existentes para o desaparecimento de crianças. Uma delas é o sequestro, com várias finalidades. O estupro, ou ainda a venda de crianças no mercado internacional.     

"Normalmente são crianças negligenciadas, mais solitárias, com os pais nem sempre presentes", afirma a delegada.

A pessoa má intencionada em sequestrar uma criança, normalmente estuda a rotina dela e aproveita os momentos de distração para cometer o crime. De acordo com a delegada,  as crianças que vão para a escola sozinhas são alvos vulneráveis, visadas pelos sequestradores.

João Bossi lembra que a situação financeira dos pais, à vezes força as crianças a ficarem sozinhas.  "No litoral, as famílias precisam trabalhar muito nos três meses da temporada, com isso, as crianças ficam mais tempo sozinhas" avalia ele.

Solução de casos

O Sicride no Paraná, foi criado em 1996, desde então a maioria dos casos tem sido resolvidos. (dados noticiados no Paraná OnLine em 2/1/2012)

Entre janeiro e novembro de 2011, houve 63 registros de crianças desaparecidas no Estado. Em 2010, 75 casos, todos resolvidos. Em 2009, 46 casos, sendo um sem solução, o da menina Ariele Botelho, 2 anos, desaparecida em Lidianópolis, norte do Paraná.
 
PS:  Estatística referente aos casos notificados com Boletim de Ocorrência. 
 
 

Leandro Bossi Desaparecidos do BrasilFoto Sicride: Envelhecimento digital

 
<< Leandro Bossi - desaparecido em fevereiro de 1992


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Qualquer informação que possa levar ao paradeiro de LEANDRO BOSSI ou indicar qualquer pista sobre o caso, entre em contato com o DISK 100  / contatodesaparecidos@gmail.com



 
 

Elicéia Silveira

postado em 28 de jan de 2013 09:07 por DESAPARECIDOS DO BRASIL   [ 28 de jan de 2013 09:12 atualizado‎(s)‎ ]

A triste trajetória de uma mãe em busca da filha
 
Um drama vivido  por centenas de mães, pais, irmãos...
 
A pequena Elicéia Silveira  está desaparecida desde o dia 18 de março de 1995 quando saiu de casa, no bairro Agronômica, na área central da Capital´Catarinense, para comprar remédios em uma farmácia próxima. Depois daquele dia a mãe nunca mais teve informações da filha.
 
A mãe Maria Inês Silveira moveu mundos e fundos. Distribuiu a foto de Elicéia pelo Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina. No dia 19 de janeiro de 1999, surgiu a notícia de que Elicéia teria sido encontrada em Minas Gerais.
 

Esperança:
 

Na tarde de uma segunda-feira de 1999, a menina foi localizada. A assistente social do Fórum de Divinópolis, Gláucia Ribeiral Pereira, 32 anos, disse por telefone que Elicéia foi conduzida por policiais militares da cidade mineira a um centro de abrigo para indigentes, da Prefeitura, porque promovia desordens no centro do município.

Segundo a assistente social, a menina fugiu do local, mas os PMs a encontraram novamente e a entregaram para o comissário de menores Moacir Militão, que trabalha na rodoviária de Divinópolis. No fórum, a garota disse que era de Florianópolis, informou o nome da mãe, mas que não lembrava de muita coisa.

A história

"Naquele dia (18 de março de 1995) Elicéia nos contou que este casal parou o carro, enquanto ela estava indo à uma farmácia comprar remédios, e a convidou para dar uma volta", detalha Gláucia. A menina não soube precisar quanto tempo estava nas ruas depois que fugiu de Passos. Lembra apenas que pegou carona em um posto de gasolina junto com uma garota que estaria indo para Divinópolis trabalhar em uma boate.

Depois de muita insistência, Gláucia conseguiu que a menina contasse mais sobre a sua chegada a Minas Gerais. Disse que havia fugido da casa de um casal em Passos (interior do Estado mineiro), a cerca de 400 quilômentros de Divinópolis, porque o dono da fazenda queria lhe esfaquear. Mas que já teria morado em Marília, Guarulhos e Bauru, todas cidades de São Paulo, depois que foi levada por este casal, cujo nomes a garota não pronunciou à assistente.

Durante o tempo que ficou nas ruas a menina sofreu abusos sexuais, segundo contou à assistente. Glaucia diz que Elicéia está muito nervosa e traumatizada. "O maior medo da garota é de que a mãe não goste dela", comenta.

Preparando o reencontro:

Florianópolis - O reencontro de Elicéia Silveira, 13 anos, com a sua mãe, a doméstica Maria Inês Silveira, aconteceria em Divinópolis, a 110 quilômetros de Belo Horizonte (MG).
 
Em Florianópolis a notícia de que Elicéia Silveira havia sido encontrada causou euforia entre os moradores da vila Santa Rosa, em Agronômica. Passaram o dia organizando a recepçãopara  a garota.

"Só acredito que a encontraram vendo", dizia o músico Sílvio Alves, 29 anos, enquanto ajudava a colorir uma das faixas que foi pendurada em frente à casa da garota, com os seguintes dizeres: "Eu mamãe e Zaila estamos te esperando. Seja bem vinda Elicéia". Maria Inês, por sua vez, preferiu não conversar com os repórteres para se dedicar inteiramente aos preparativos.

Disse apenas que se pudesse "já teria ido a Minas Gerais ao encontro da minha filha. Mas a polícia preferiu ir junto".

Bem diferente de Maria Inês, a garotinha Jaqueline Melo, 8 anos, não parava de falar. "Estou muito alegre. Não vejo a hora de brincar com ela (Elicéia) de novo. A gente gostava mesmo era de pega-pega e esconde-esconde", relembra.

Decepção: Falsa  garota

Maria Cristina foi ao encontro da garota em Minas  e descobriu que ela se fez passar por Elicéia depois de ver um cartaz. Foi constatado que não era ela.


Em novembro de 2004, outra menina, com a mesma idade de Elicéia, apareceu na Paraíba. A garota contou detalhes da infância, mas um exame de DNA mostrou que se tratava de outra impostora. (RS)
 
Continuam as buscas
 
Elicéia sumiu quando tinha oito anos. Há qse 14 anos, seu nome e sua foto ganharam espaço na mídia. Se estiver viva, Elicéia Silveira deve ter 22 anos hoje.
 
Qualquer notícia, informação ou algo que ajude a encontrar a garota devem ser enviados  à Polícia Civil  ou pelo e-mail:
 

  Leia mais.....

Elicéia Silveira

Progressão de idade
 
 

 
Nova progressão de idade para 22 anos- (Arte Forense-SP)
 
 
 
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Por que desaparecem?

postado em 28 de jan de 2013 08:55 por DESAPARECIDOS DO BRASIL   [ 28 de jan de 2013 09:02 atualizado‎(s)‎ ]

Principais causas

Por que desaparecem?
 
As principais causas:
Estupro (a grande maioria com morte).
Fuga devido maus tratos dos pais
Prostituição infantil. 
Personagens de filmes bizarros e pornográficos. 
Escravidão. 
"Mulas" para o tráfico de drogas. 
Venda e comércio de pessoas. 
Mendicância. 
Venda de órgãos humanos. 
Dependência química. 
e outros


 DENUNCIE - DISK 100 ou Delegacia mais próxima.


Recomendações


* No caso do desaparecimento de uma criança ou menor de 18 anos faça um Boletim de Ocorrência na Delegacia mais próxima imediatamente.
* Leve uma foto recente da criança.
* Quando a criança reaparecer também é importante comunicar as autoridades.
* Oriente a criança a não conversar ou acompanhar pessoas estranhas.
* Ensine o nome dos pais e um telefone de contato para que os responsáveis sejam localizados se a criança se perder. Cole etiquetas na roupa e nos pertences das crianças com os dados dos responsáveis.

Karla Victória Alves Ferreira

postado em 28 de jan de 2013 08:50 por DESAPARECIDOS DO BRASIL   [ 28 de jan de 2013 08:53 atualizado‎(s)‎ ]

 Karla Victória Alves Ferreira
 No dia 2 de novembro de 2005, Karla Victória Alves Ferreira, 4 anos, brincava com outras crianças em frente da casa de uma vizinha, em Manaus. As outras crianças entraram na residência e Karla ficou para trás. Depois de algumas horas, a mãe Francinete Alves Ferreira notou que a menina havia sumido.

“Fizemos muitas buscas na região, interrogamos os vizinhos e parentes, mas não encontramos nada”, afirma o investigador Gaspar do Vale, responsável pelo caso. “Ela morava na periferia da cidade, em um lugar onde passavam poucos carros. Até hoje, não temos nenhum suspeito”, diz.

Karla Victória Alves Ferreira Desaparecido do Brasil

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Michele de Jesus da Conceição

postado em 28 de jan de 2013 08:46 por DESAPARECIDOS DO BRASIL   [ 28 de jan de 2013 08:47 atualizado‎(s)‎ ]

Michele de Jesus da Conceição 
No dia 7 de setembro de 2006, Michele de Jesus da Conceição, 10 anos, saiu para ir à casa de uma colega. O pai, Gercino Bernardo da Conceição, estava no trabalho e à noite foi à polícia desesperado, porque a menina não havia retornado.
 “Ela saiu apenas com a roupa do corpo e os óculos. Fui procurá-la na Bahia, onde temos parentes, mas ela não estava lá”, diz Conceição. “ A gente tem aquela esperança de encontrar, mas sabe que é muito difícil. Eu durmo, levanto e não sei onde ela está. Penso nisso o tempo todo.”

Por causa do desaparecimento da filha, Conceição entrou em depressão profunda e afirma que tem de tomar remédios controlados. “O quarto dela está igual, não mexemos em nada. Todas as coisas estão do jeito que deixou”, diz. “Se eu pudesse falar com ela só diria uma palavra: volte”




Michele de Jesus Conceição Desaparecidos do Brasil




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Caroline Menezes Cardoso

postado em 28 de jan de 2013 08:30 por DESAPARECIDOS DO BRASIL   [ 28 de jan de 2013 08:38 atualizado‎(s)‎ ]

Caroline Menezes Cardoso 


No dia 13 de abril de 2003, Caroline Menezes Cardoso, 8 anos, andava de bicicleta em frente à casa da tia, em um condomínio fechado, no Rio de Janeiro, quando desapareceu. A polícia investigou o caso, mas nunca encontrou pistas.

O pai de Caroline, Paulo César Cardoso, vive com a amargura por nunca ter conseguido uma pista concreta. “Colocamos outdoors nas ruas, organizamos passeatas e distribuímos mais de mil cartazes por toda a cidade. Cheguei a viajar até para outros estados”, diz.

Cardoso, que é fiscal de transportes, afirma que ficou quase um ano sem trabalhar, apenas envolvido na busca pela filha. “Os meses passam e o caso esfria, mas, para quem vive a dor, o sofrimento é insuportável e a angústia não acaba. Até os familiares se cansam, mas eu não me convenci de que tinha de parar”, diz. “Ainda hoje mantenho a esperança. Mando e-mails, faço cartazes e entro em favelas quando sei de alguma pista.”

Para encontrar a filha, Cardoso diz que fez promessa. “Se eu achar Caroline, não vou desistir de ajudar outras crianças. Tem muita gente na mesma situação que eu”, diz.


Nascimento - 09/12/1994
Desaparecida desde - 13/04/2003
Local - Rio de Janeiro - Brasil

Caroline Menezes Cardoso Desaparecidos do Brasil


















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SOS CRIANÇAS DESAPARECIDAS. Tel: (11)2286-8337

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