Luiz Guilherme Silva de Campos

postado em 14 de nov. de 2013 02:42 por DESAPARECIDOS DO BRASIL   [ 11 de mar. de 2014 05:35 atualizado‎(s)‎ ]
Guilherme Campos
Desaparecido em 15/10/2013
Jaragua/SP
4 anos

Delegacia - DP 46º Perus B.O. 4858/2013
(11) 3917-0727 - 
DISQUE DENÚNCIA - 181 SP
Guilherme estava sob os cuidados do padrinho.
Este afirmou que o pai o levou. A criança não foi mais vista.


Polícia conclui morte da criança:

Mesmo sem ter encontrado o corpo da vítima, a investigação concluiu que o menino foi assassinado pelo auxiliar de enfermagem do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). - Temos elementos que fazem crer que a criança está morta. Ele (o agressor) demonstra frieza e não indica onde está o corpo. E nega o crime. A família não teve o direito de sepultar, de fazer as orações por essa criança - diz o delegado

Notícia relacionada - Padrinho e companheiro acusados de torturar e matar


Avó acredita que ele esteja vivo.

“Tenho esperança que ele volte vivo”, diz avó de menino torturado e morto por enfermeiro

A avó do menino Luiz Guilherme Silva de Campos, que teria sido torturado por vários dias antes de ser morto por um enfermeiro em São Paulo, ainda se apega à ideia de que o neto pode voltar com vida para a casa. Ela conversou com a reportagem do Jornal da Record e afirmou que acredita que a criança, cujo corpo nunca foi localizado, está viva.

— Ainda tenho esperança de ver o meu neto com vida (…) Hoje mesmo estava lembrando dele, então tenho a esperança que o Luiz Guilherme volte vivo.

O enfermeiro José Amaro está preso preventivamente há duas semanas. A denúncia foi feita pelocompanheiro que vivia com ele, que agora também é investigado pela suposta omissão no caso. O menino vivia com Amaro há dois meses, a pedido da mãe da criança, que tem outros três filhos e não possui condições para cuidar de todos eles.

Campos foi dado como desaparecido no dia 15 de outubro. Segundo o promotor responsável pelo caso, o enfermeiro vai responder por homicídio doloso (quando há intenção de matar), tortura e ocultação de cadáver. Amaro era padrinho do menino, por isso a mãe do garoto pediu para que ele tomasse conta.

Fonte: R7



Entenda o Caso:



Jaraguá, São Paulo - SP




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