DILMA PINHEIRO traficante de mulheres é libertada

 
 
O destino das vítimas era a cidade de Reus, na Espanha, onde elas – atraídas por um suposto emprego em casa de família – acabavam sendo forçadas a entrar na prostituição. Uma testemunha contou que as mulheres eram proibidas de sair de casa e recebiam alimentação mínima, para ficarem magras e agradarem os “clientes”.
 
 
A escrivã da Vara Cível em Buerarema, Dilma Pinheiro, acusada de tráfico internacional de mulheres entre o Brasil e a Espanha, aguardará o julgamento em liberdade depois de cinco meses e meio presa no Conjunto Penal de Itabuna. Ela, a filha Sara e a irmã Vilma Ferreira e a amiga Josselma Cardoso foram presas no dia 24 de novembro, na Operação Nêmesis, da Polícia Federal, na cidade de Buerarema.

As vítimas eram levadas para casa de prostituição e se viam obrigadas a fazer até 15 programas por dia, de acordo com depoimentos colhidos pela Polícia Federal (PF). O esquema “caiu” após uma das mulheres exploradas fazer a denúncia à PF. Lailim Gomes dos Santos vive escondida com medo de retaliações do esquema. O Ministério Público Federal (MPF) já se pronunciou pela condenação das quatro envolvidas no tráfico de mulheres. 

As quatro acusadas se associaram em 2009 para, conforme o MPF, “promover, intermediar e facilitar a saída de pessoas do Brasil, com promessa de falso trabalho no exterior”. As mulheres vítimas eram proibidas de sair de casa e recebiam alimentação mínima, para ficarem magras e agradarem os “clientes”. 

 
 
O CASO  (vídeo ao lado)
25/11/2010
 
OPERAÇÃO NEMESIS
 

Sara Pinheiro de Almeida, Dilma Rodrigues Pinheiro e Jocelma Bacelar Cardoso, esta última mais conhecida como "Celma da Sucata",  foram denunciadas por Lailine Gomes Santana por esquema de tráfico de mulheres. Segundo Lailine, a mesma foi contratada por essas mulheres para ir a Espanha trabalhar como empregada doméstica. Porém, ao chegar no país, a vítima foi obrigada se prostituir, ultrapassando o número de 200 programas.

Lailine conseguiu escapar do esquema com a ajuda de um ex-cliente. Assim que chegou ao Sul da Bahia, a vítima procurou os orgãos públicos e denunciou as suspeitas. 

A Polícia Federal  nomeou a ação de "Operação Nêmesis", a deusa grega da vingança.

 

 

Fonte:  Radar Notícias

Tráfico de Mulheres - Operação Nemesis

 
Vídeo de quando ela foi presa