Relatórios

 11/06/2009
Passa de 5 para 6 (máximo) o nível de alerta do vírus Influenza A/H1N1
 
11/06/2009 , às 14h09

Fala da Ministra Interina - MÁRCIA BASSIT


MINISTÉRIO DA SAÚDE
Assessoria de Comunicação Social
Divisão de Imprensa
 
FALA DA MINISTRA INTERINA - MÁRCIA BASSIT - SOBRE O ALERTA DE EMERGÊNCIA DE SAÚDE PÚBLICA DE IMPORTÂNCIA INTERNACIONAL, RELATIVO À MUDANÇA DO NÍVEL DE DO NÍVEL 5 PARA NÍVEL 6, CARACTERIZANDO PANDEMIA DE INFLUENZA A (H1N1)
DECLARADO PELA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE EM
11 DE JUNHO DE 2009
 
 
Desde que a Organização Mundial de Saúde alertou pela primeira vez para o risco de uma pandemia do vírus da Influenza A (H1N1), em 24 de abril, o governo brasileiro vem adotando total transparência sobre os fatos referentes à doença e as ações que estão sendo tomadas no Brasil. 
 
Por isso, comunicamos que a Organização Mundial da Saúde, informou, às 10 horas e 34 minutos, horário de Brasília, a alteração do nível de Emergência de saúde pública de importância internacional relativo a Gripe A (H1N1) de nível 5 para nível 6.
O que significa isso? A OMS divide o mundo em seis regiões administrativas. A Fase 5 é caracterizada pela propagação do vírus de pessoa a pessoa em, no mínimo, dois países de uma mesma região da OMS.
A Fase 6 é caracterizada quando a propagação do vírus de pessoa a pessoa passa a ocorrer em, no mínimo, um país de uma outra região. Ou seja, para a OMS, isso caracteriza a pandemia. O que é pandemia? É exatamente isso: uma epidemia que se alastrou para pelo menos duas regiões administrativas distintas designadas pela OMS.
No entanto, é importante ressaltar dois pontos fundamentais:
 
Número 1 - a nova fase de alerta não significa maior gravidade dos casos. A letalidade dessa doença no mundo é de 0,5 por cento, considerada baixa pela OMS, o que não diminui, sob nenhuma hipótese, a nossa responsabilidade de proteger a população brasileira.
 
Número 2 – A transmissão, no Brasil, permanece limitada e sem sustentabilidade.
 
Também é importante destacar que o Brasil se antecipou a todas as medidas recomendadas pela OMS. Por isso, a nova situação não muda em nada os procedimentos que o governo brasileiro adotou para a vigilância, diagnóstico e tratamento da doença.
 
Continuamos com a intensa vigilância adotada em portos, aeroportos e fronteira, continuamos com o diagnóstico rápido dos casos suspeitos e o sistema de saúde continua monitorando aqueles que tiveram contato direto com pessoas contaminadas pelo vírus.
 
Todas essas medidas têm se mostrado eficazes e serão mantidas.
 
Este esforço permanente, dia e noite, vem ocorrendo desde 24 de abril.
 
A situação no Brasil está sob controle. O país registrou, até hoje, 52 casos confirmados, destes 40 casos, equivalendo a 75%, são casos importados de outros países. Muitos já receberam alta.
 
A população continua sendo orientada para que, em caso de apresentar sintomas compatíveis com a doença, procure a unidade de saúde mais próxima.
 
Na unidade de Saúde, o paciente será avaliado e encaminhado, caso necessário, a um de nossos 53 hospitais de referência.
           
Adicionalmente, contamos com 192 Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalares em todo o país, que funcionam como sentinelas para eventos em saúde pública.
 
Para o atendimento somente no setor público, nesses 53 hospitais, há cerca de 900 leitos reservados, kits para o diagnóstico da doença e tratamentos de medicação específica para uso imediato. Além disso, temos outros nove milhões de tratamentos em estoque.
 
Ressalto que, desde 2000, o Brasil organizou uma rede de vigilância epidemiológica e de assistência e está preparado para enfrentar os casos de Influenza.
 
Para finalizar, é importante ressaltar mais uma vez:
 
A vigilância permanece atenta nos portos, aeroportos e zonas de fronteira para detectar os casos suspeitos da doença e encaminhar essas pessoas para diagnóstico e tratamento adequados.
 
O Brasil conta com uma rede de 53 hospitais de referência, com cerca 900 leitos de internação, kits de exames e medicamentos em quantidade suficiente para acolher a demanda.
 
Esse cenário comprova o esforço do governo federal e do Ministério da Saúde, juntamente com as secretarias estaduais e municipais de saúde de todo o país, para garantir segurança a toda a população.
 
Obrigada.

 

Relatórios:

postado em 11 de mai de 2009 11:37 por Desaparecidos do Brasil   [ 31 de jul de 2009 16:56 atualizado‎(s)‎ ]

 
   31/07/2009 , às 16h40

NOTA À IMPRENSA


MINISTÉRIO DA SAÚDE
GABINETE PERMANENTE DE EMERGÊNCIAS
NOTA À IMPRENSA

Sexta-feira, 31/07/2009, às 15h30

Situação epidemiológica da nova influenza A (H1N1) no Brasil

PRINCIPAIS DESTAQUES


O Boletim Epidemiológico produzido pelo Gabinete Permanente de Emergências do Ministério da Saúde e divulgado nesta sexta-feira (31), faz uma análise a partir da notificação, investigação, diagnóstico laboratorial e tratamento dos pacientes infectados pelo vírus influenza A (H1N1) e que apresentaram, além de febre e tosse, dificuldade respiratória, ainda que moderada — quadro compatível com a síndrome respiratória aguda grave (SRAG) — e dos grupos de risco para desenvolver formas graves da doença.

Entre os principais pontos observados no boletim, estão:
1. O nível de gravidade dos casos de influenza A (H1N1) e de gripe comum se mantém semelhantes (19% para a nova gripe e 18,5% para a gripe sazonal), reforçando a indicação de que a abordagem clínica para diagnóstico, tratamento e internação deve ser a mesma para os casos de síndrome gripal.

2. Também são semelhantes os principais sintomas apresentados pelos pacientes graves infectados por ambos os grupos de vírus.

3. Doenças respiratórias crônicas e gestação são os principais fatores de risco presentes nos casos de SRAG, tanto em pessoas infectadas pelo novo vírus como pela influenza sazonal.

4. Gestação, cardiopatias e hipertensão são os fatores de risco mais freqüentes entre os pacientes graves por Influenza A (H1N1) que evoluem a óbito.

5. As duas últimas evidências acima reforçam o protocolo de manejo clínico elaborado pelo Ministério da Saúde, e adotado por outros países, Organização Pan Americana de Saúde (OPAS) e Organização Mundial de Saúde (OMS), que inclui grávidas e pessoas com doenças cardiovasculares e respiratórias entre os grupos de risco que devem receber o tratamento até 48 horas após o início dos sintomas.

6. Em relação ao boletim anterior (24/7), o índice de pessoas com Influenza A (H1N1) que morreram em relação às que apresentavam algum grau de gravidade caiu de 12,8% para 10,3%.

7. Quem tem pelo menos um fator de risco e doença grave pelo novo vírus tem 3,46 vezes mais risco de morrer, quando comparado com o grupo de pessoas, também com doença grave pelo novo vírus, mas sem fator de risco. Essa evidência também reforça, de maneira cabal, o protocolo de manejo clínico elaborado pelo Ministério da Saúde, que orienta a priorização para os grupos com fatores de risco.
8. Dentre os vírus influenza que circulam atualmente no Brasil, permanece a proporção de 60% do tipo A (H1N1), observada no último boletim.

Confira o detalhamento dessas informações:

ANÁLISES


• No Brasil, entre 25 de abril e 25 de julho, foram informados pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde 10.623 casos suspeitos de algum tipo de gripe. Do total, 1.958 (18,4%) foram confirmados como influenza A (H1N1) e 669 (6,3%) como influenza sazonal.

Tabela 1. Distribuição de casos notificados de síndrome gripal segundo classificação etiológica e unidade federada

ID
UF
SUSPEITO
CONFIRMADO
DESCARTADO
TOTAL
Influenza A(H1N1)
Influenza sazonal
n
%
n
%
n
%
n
%
n
%
1
SP
2.078
47,7
894
20,5
522
12,0
863
19,8
4.357
100
2
PR
960
70,0
79
5,8
2
0,1
331
24,1
1.372
100
3
RJ
818
62,3
292
22,2
29
2,2
175
13,3
1.314
100
4
RS
919
72,5
193
15,2
2
0,2
153
12,1
1.267
100
5
MG
231
38,8
140
23,5
26
4,4
198
33,3
595
100
6
SC
292
56,4
65
12,5
 
 
161
31,1
518
100
7
BA
165
65,2
48
19,0
29
11,5
11
4,3
253
100
8
DF
35
26,9
41
31,5
11
8,5
43
33,1
130
100
9
PE
19
18,6
27
26,5
1
1,0
55
53,9
102
100
10
GO
11
11,8
22
23,7
7
7,5
53
57,0
93
100
11
ES
25
28,4
13
14,8
14
15,9
36
40,9
88
100
12
PA
6
8,3
35
48,6
9
12,5
22
30,6
72
100
13
CE
19
33,3
21
36,8
1
1,8
16
28,1
57
100
14
MS
28
49,1
7
12,3
 
 
22
38,6
57
100
15
RN
 
 
21
43,8
5
10,4
22
45,8
48
100
16
MT
19
40,4
7
14,9
2
4,3
19
40,4
47
100
17
SE
22
51,2
9
20,9
4
9,3
8
18,6
43
100
18
MA
14
33,3
5
11,9
 
 
23
54,8
42
100
19
AL
15
37,5
8
20,0
2
5,0
15
37,5
40
100
20
TO
3
10,0
11
36,7
 
 
16
53,3
30
100
21
PI
3
10,0
7
23,3
1
3,3
19
63,3
30
100
22
PB
7
26,9
5
19,2
1
3,8
13
50,0
26
100
23
AC
10
76,9
1
7,7
 
 
2
15,4
13
100
24
RR
5
45,5
2
18,2
1
9,1
3
27,3
11
100
25
AP
1
12,5
3
37,5
 
 
4
50,0
8
100
26
RO
4
66,7
 
 
 
 
2
33,3
6
100
27
AM
 
 
2
50,0
 
 
2
50,0
4
100
TOTAL
5.709
53,7
1.958
18,4
669
6,3
2.287
21,5
10.623
100



• Dos 10.623 casos de síndrome gripal no país, 2.962 (27,9%) apresentaram febre, tosse e dificuldade respiratória, ainda que moderada, sintomas compatíveis com a definição de síndrome respiratória aguda grave (SRAG). Dentre os casos de SRAG, a frequência dos sintomas se assemelha entre os infectados pelos vírus H1N1 e sazonal, conforme tabela abaixo:

Tabela 5. Distribuição de casos confirmados de SRAG segundo classificação etiológica e sinais e sintomas. Brasil, até SE 29/2009.

SRAG
Sinais e Sintomas (%)
Influenza A (H1N1) (n=378)
Influenza Sazonal (n=124)
Total (n=2.962)
 Febre
99,5
99,2
99,4
Tosse
99,7
99,2
99,4
Calafrio
46,8
38,7
50,1
Dispnéia
97,9
99,2
98,3
Dor de garganta
48,9
57,3
50,2
Artralgia
33,1
30,6
35,3
Mialgia
64,3
57,3
61,2
Conjuntivite
9,3
4,8
6,8
Coriza
58,2
60,5
56,8
Diarréia
14,6
11,3
15,2
Outros
39,7
38,7
36,9


• Das pessoas infectadas pelo A(H1N1), 19% tiveram algum sinal de agravamento da doença. Nas pessoas infectadas pela influenza sazonal, a proporção foi de 18,5%. Os números reforçam a tendência já presente no boletim epidemiológico da semana passada, evidenciando a semelhança entre a gravidade dos casos de influenza A (H1N1) e de gripe comum no Brasil. Os dados reforçam que a abordagem clínica para diagnóstico, tratamento e internação deve ser a mesma para os casos de síndrome gripal.

• Cabe destacar que não é indicado comparar estes percentuais de agravamento com o que é referido em outros países, considerando que nem todos os países utilizam os mesmos parâmetros para classificar ou notificar casos graves.

• A análise dos casos confirmados de SRAG demonstra que o sexo feminino representa 56,9% do total, sendo que este percentual é superior para influenza sazonal, em relação a influenza por A(H1N1).

Tabela 4. Distribuição de casos de SRAG, segundo gênero e classificação etiológica. Brasil, até semana epidemiológica 29 de 2009.

Classificação final
Feminino
Masculino
Total
n
%
n
%
n
%
Suspeito
1159
56,3
898
43,7
2057
100
Influenza A(H1N1)
207
54,8
171
45,2
378
100
Influenza sazonal
76
61,3
48
38,7
124
100
Descartado
242
60,0
161
40,0
403
100
Total geral
1684
56,9
1278
43,1
2962
100


• Doenças respiratórias crônicas e gestação são os principais fatores de risco para desenvolver SRAG, tanto em pessoas infectadas pelo novo vírus como pela influenza sazonal.

• Dentre os casos de SRAG por influenza A(H1N1), 31,2% apresentam pelo menos um fator de risco, enquanto que esta proporção para influenza sazonal é de 28,2%.

Tabela 6. Distribuição de casos de SRAG, pela nova Influenza A(H1N1) e pela influenza sazonal, segundo presença de fatores de risco. Brasil, até SE 29/2009.

Síndrome Respiratória Aguda Grave - SRAG
Antecedentes
Influenza A (H1N1) (n=378)
Influenza Sazonal (n=124)
Cardiopatia
3,2
--- 
Doenças Respiratórias
11,9
10,3
Doença renal
1,6
--- 
Hemoglobinopatia
0,5
--- 
Imunodepressão
3,2
0,8
Doença metabólica
2,9
0,8
Hipertensão arterial
4,8
2,4
Diabetes Mellitus
1,3
0,8
Doença neurológica
0,3
--- 
Idade < 2 anos
3,4
7,3
Idade > 60 anos
3,2
5,6
Gestante *
7,2
7,9
* O denominador corresponde ao número total de mulheres de cada grupo.

























ÓBITOS

• Até as 8h de 29 de julho, foram notificados ao Ministério da Saúde 56 óbitos por Influenza A(H1N1). Eventuais novos casos reportados a partir deste horário e data serão registrados no próximo boletim epidemiológico. Das 56 mortes registradas, 36 foram do sexo feminino (52,2%) e, do total de mulheres, 9 eram gestantes.

Tabela 1. Distribuição de óbitos por influenza A(H1N1) por Unidade Federada

UF
n
%
SP
27
48,2
RS
19
33,9
PR
4
7,1
RJ
5
8,9
PB
1
1,8
TOTAL
56
100,0


• Em relação ao boletim anterior (24/7), a taxa de letalidade entre os casos confirmados de SRAG pelo vírus A(H1N1) caiu de 12,8% para 10,3%.

• A taxa de mortalidade dos casos confirmados de SRAG pelo novo vírus é de 0,029 óbitos por 100 mil habitantes. Cabe destacar que, de acordo com o protocolo brasileiro, o cálculo da taxa de letalidade em relação ao total de casos de influenza não é mais utilizado como parâmetro para monitorar o comportamento da doença, uma vez que os casos leves não são mais notificados, exceto em surtos.

País
Óbitos
População
Taxa de mortalidade
Argentina
165
39.934.109
0,41
Austrália
53
20.950.604
0,25
Canadá
58
33.169.734
0,17
México
142
107.801.063
0,13
Chile
19
16.802.953
0,11
EUA
302
308.798.281
0,09
Reino Unido
30
 61.018.648
 0,04
Brasil
56
191.481.045
0,02
Espanha
06
44.592.770
0,01


Atualização do número de óbitos: 29 de julho de 2009
Fonte do número de habitantes: IBGE e DATASUS

• Na análise dos óbitos registrados até 25 de julho (34 no total), observou-se que, dos casos de mulheres com SRAG pelo A (H1N1) que morreram, 26,3% eram gestantes. Entre os outros fatores de risco para morte que se destacam estão doenças cardíacas e hipertensão arterial. É importante lembrar que, em muitas situações, essas enfermidades estão associadas. 

tabela 

Quem tem pelo menos um fator de risco tem 3,46 vezes mais risco de óbito. A avaliação foi feita entre pacientes que apresentaram SRAG pelo novo vírus e que morreram. Entre as pessoas com pelo menos um fator de risco, a taxa de letalidade foi de 15,09%; entre as que não têm fator de risco, 4,36%.


EXAMES LABORATORIAIS

• Na análise dos resultados de exames laboratoriais realizados em 3.456 amostras coletadas na rede sentinela de síndrome gripal, 780 (22,5%) foram positivas para vírus respiratórios. Dentre as amostras positivas, observa-se que, a partir de 20 de junho, os vírus influenza A (que pode incluir vírus sazonal e o novo vírus) passam a representar cerca de 60% dos resultados. Entretanto, outros vírus respiratórios têm sido detectados, como o vírus sincicial respiratório, adenovirus e parainfluenza.

• A rede sentinela é um sistema de vigilância que conta com 62 unidades no país responsáveis pela coleta de amostras monitoramento e identificação dos vírus que circulam na comunidade.


Fonte das tabelas: Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN)/MS

Atendimento à Imprensa
(61) 3315-2351/3580
jornalismo@saude.gov.br

 

 
24/07/2009 , às 13h36

NOTA À IMPRENSA - ATUALIZADA


MINISTÉRIO DA SAÚDE
GABINETE PERMANENTE DE EMERGÊNCIAS
NOTA À IMPRENSA - ATUALIZADA
Sexta-feira, 24 de julho de 2009
11 horas

Influenza A (H1N1)



1. Conforme divulgado anteriormente, de acordo com o último Protocolo de Manejo Clínico e Vigilância Epidemiológica da Influenza, de 8 de julho, baseado em recomendações da Organização Mundial da Saúde, não está mais indicada a identificação individual de cada caso de influenza pelo novo vírus H1N1, mas a notificação, investigação, diagnóstico laboratorial e tratamento dos casos com síndrome respiratória aguda grave (SRAG) e dos grupos de risco para desenvolver formas graves, assim como identificação de novos focos da doença no país.

2. Dentro desse novo cenário, o novo Boletim Epidemiológico da Influenza no Brasil informa que, de 25 de abril a 18 de julho, foram notificados 8.328 casos suspeitos de algum tipo de gripe no país, com maior concentração nas regiões Sul e Sudeste, corroborando com a ocorrência esperada de casos de síndrome gripal para essa estação do ano.

2.1 Desse total, 1.566 (18,8%) foram confirmados para influenza A (H1N1) e 528 (6,34%) para influenza sazonal.

2.2 É importante ressaltar que, dos casos confirmados por gripe comum, 17% dos pacientes apresentaram dificuldade respiratória moderada ou grave, compatível com a definição de síndrome respiratória aguda grave. Até o momento, este índice é menor nos pacientes infectados pelo vírus H1N1: 14,2% apresentaram esse quadro.

2.3 Além disso, a análise dos casos confirmados de síndrome respiratória aguda grave evidencia que esse quadro é mais freqüente em mulheres (55,72%).

2.4 A análise epidemiológica realizada até o momento indica que a faixa etária mais acometida tanto pelo vírus H1N1 quanto pelo vírus da influenza sazonal é a de 20 a 49 anos, com mais de 60% dos casos.

Tabela 

3. Até 22 de julho, o Brasil registra 29 óbitos de pacientes com infecção pelo vírus influenza A (H1N1). Destas, 12 são de São Paulo, 11 do Rio Grande do Sul, 05 do Rio de Janeiro e 01 do Paraná.

Óbitos confirmados por influenza A(H1N1) por Unidade Federada

UF
n
%
São Paulo
12
41,37
Rio Grande do Sul
11
37,93
Rio de Janeiro
05
17,24
Paraná
01
3,44
Total
29
100
 

 3.1. De acordo com a análise epidemiológica realizada até 22 de julho, a taxa de mortalidade geral é de 0,015/100.000 habitantes. Reiteramos que, com o novo protocolo, a taxa de letalidade (óbitos por casos confirmados) não é mais utilizada como parâmetro para medir a gravidade da gripe, uma vez que, de acordo com o novo protocolo, casos leves não são mais notificados, exceto em surtos.

3.2 Todas as informações foram enviadas pelas secretarias estaduais de saúde até 22 de julho com base nas informações do Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN).

Atendimento à Imprensa
(61) 3315-2351/3580
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15/07/2009 , às 19h44
NOTA À IMPRENSA
MINISTÉRIO DA SAÚDE
GABINETE PERMANENTE DE EMERGÊNCIAS

Influenza A (H1N1)

1. CASOS NO BRASIL
1.1 – O Ministério da Saúde informa que foram confirmados, desde a última sexta-feira (10), 148 NOVOS CASOS de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1), nos estados de São Paulo (55), Rio de Janeiro (17), Bahia (17), Paraná (13), Minas Gerais (8), Pernambuco (8), Rio Grande do Sul (6), Distrito Federal (5), Pará (5), Rio Grande do Norte (4), Santa Catarina (3), Alagoas (2), Roraima (2), Maranhão (1), Mato Grosso (1) e Piauí (1).

1.2 – Com os novos casos, o Ministério da Saúde registra um total de 1.175 CASOS CONFIRMADOS da doença.
1.4 – IMPORTANTE:

• A partir desta semana, este boletim será publicado semanalmente, às quartas-feiras, tendo como base as informações do Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN), registradas pelas Secretarias de Saúde dos Estados, Municípios e do Distrito Federal.

1.5 – O Ministério da Saúde acompanha 3.926 CASOS SUSPEITOS no país. As amostras com secreções respiratórias dos pacientes estão em análise laboratorial.
2.3 – No momento, há dois óbitos confirmados de pacientes com o vírus influenza A (h1N1) em que a forma de transmissão do vírus ainda está sendo investigada. Desse modo, o Ministério da Saúde ainda não tem evidências para declarar transmissão sustentada do vírus entre pessoas no país.

14/07/2009 , às 20h16

NOTA À IMPRENSA


1. O Ministério da Saúde informa que foi notificado, nesta terça-feira (14), da morte de um paciente infectado pelo novo vírus influenza A (H1N1), no Estado de São Paulo. É o quarto óbito no país em conseqüência da nova gripe.

2. Trata-se de paciente de 28 anos, que apresentou sintomas em 1º de julho. Procurou serviço médico no último dia 4, quando foi internado, com dificuldade respiratória. No último dia 7, o quadro clínico se agravou. O paciente morreu no último dia 10, mas o resultado do exame só foi divulgado hoje.

3. Investigações iniciais apontam que o paciente teria tido contato com estrangeiros que estavam no Brasil, informações ainda não confirmadas pela vigilância epidemiológica.

4. Este é o segundo caso de óbito confirmado de paciente com o vírus Influenza A (H1N1) em que a forma de transmissão do vírus ainda está sendo investigada. Desse modo, até o momento, o Ministério da Saúde não tem evidências para declarar transmissão sustentada do vírus entre pessoas, no país.

5. O Ministério ressalta que já vem se antecipando a eventuais mudanças no cenário e mantém uma rede bem preparada e estruturada para enfrentar a nova gripe. No último dia 3, o MS anunciou novas recomendações para tratamento e internação e realização de exames em pacientes com sintomas graves de gripe; e para o monitoramento de casos suspeitos. Essas medidas, adotadas por estados e municípios, têm o objetivo de oferecer tratamento ágil na rede pública a todos que necessitem.

6. É importante ressaltar que a maioria absoluta das pessoas infectadas pela nova gripe manifesta sintomas leves, parecidos com os da gripe comum, e se recupera rapidamente. A letalidade média da nova gripe no mundo (0,45%) é igual à da gripe sazonal.

7. O monitoramento da circulação do novo vírus no país está sendo feito pelo Ministério da Saúde e pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, com base no acompanhamento dos casos suspeitos e confirmados.

8. O Ministério orienta a população que, ao sentir sintomas de gripe (febre, tosse, coriza e dores de garganta, de cabeça ou pelo corpo), procure o serviço de saúde mais próximo, para avaliação de um médico.

9. De acordo com a última atualização de dados do Ministério da Saúde, em 10 de julho, havia 1.027 casos confirmados da nova gripe no país. Uma nova atualização dos dados ocorrerá nesta quarta-feira (15/7).




02/07/2009 , às 17h06

NOTA À IMPRENSA

Influenza A (H1N1)

1. CASOS NO BRASIL - 737

1.1 – O Ministério da Saúde informa que foram confirmados 44 NOVOS CASOS de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1), nos estados do Rio de Janeiro (14), Rio Grande do Sul (9), Minas Gerais (8), São Paulo (6), Distrito Federal (3), Paraná (2) e Santa Catarina (2).

1.2 – Um caso do Maranhão contabilizado na nota de ontem (1º) foi excluído por erro no preenchimento do banco de dados: era um caso “descartado” que foi equivocadamente informado como “confirmado”.

1.2 – Com os novos casos, o Ministério da Saúde registra um total de 737 CASOS CONFIRMADOS da doença. Vale lembrar que esses casos são o resultado acumulado desde os primeiros registros de infecção no Brasil, no dia 8 de maio. A quase totalidade desses pacientes já recebeu alta ou está em processo de recuperação.
tabela 1


28/06/2009 , às 15h29
NOTA À IMPRENSA

Confirmada a primeira morte pelo vírus influenza no Brasil


1. CASOS NO BRASIL

1.1 – O Ministério da Saúde confirmou hoje (28) a primeira morte relacionada ao vírus Influenza A (H1N1) no país. Trata-se de uma pessoa adulta do Rio Grande do Sul, que esteve na Argentina por sete dias. Os sintomas começaram no dia 15 de junho, ainda durante a estadia a viagem ao país vizinho. No dia 19, voltou ao Brasil e foi internado em hospital de referência em 20 de junho, onde teve o diagnóstico positivo, com confirmação laboratorial, de influenza A (H1N1); No dia 23, o paciente teve piora do quadro respiratório, que evoluiu para insuficiência respiratória. Mesmo devidamente assistido com todos os cuidados intensivos, o paciente faleceu hoje pela manhã.

1.2 – O Ministério da Saúde informa também que foram confirmados 36 NOVOS CASOS de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1), nos estados de São Paulo (14), Rio de Janeiro (6), Rio Grande do Sul (5), Distrito Federal (5), Pernambuco (3), Goiás (2) e Tocantins (1).

1.3 – Com os novos casos, o total de confirmados no país chega a 627. Esse número inclui os casos informados ao Ministério da Saúde pelos três laboratórios de referência para o diagnóstico da influenza (Fundação Oswaldo Cruz/RJ, Instituto Evandro Chagas/PA e Instituto Adolf Lutz/SP) e/ou pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).

UF
Confirmados
 
UF
Confirmados
Alagoas
4
 
Paraná
21
Amazonas
1
 
Paraíba
2
Bahia
4
 
Pernambuco
4
Ceará
1
 
Piauí
2
Distrito Federal
26
 
Rio de Janeiro
66
Espírito Santo
11
 
Rio Grande do Norte
1
Goiás
6
 
Rio Grande do Sul
40
Maranhão
2
 
Santa Catarina
45
Mato Grosso
3
 
São Paulo
308
Minas Gerais
69
 
Sergipe
4
Pará
2
 
Tocantins
5
 
 
 
Brasil
627
 

 

 27/06/2009 , às 14h50

NOTA À IMPRENSA

1. CASOS NO BRASIL

1.1 – O Ministério da Saúde informa que foram confirmados 69 NOVOS CASOS de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1), nos estados de São Paulo (34), Rio de Janeiro (8), Rio Grande do Sul (7), Paraná (7), Minas Gerais (4), Distrito Federal (2), Santa Catarina (2), Espírito Santo (2), Pará (1), Maranhão (1) e Amazonas (1).

1.2 – Com os novos casos, o total de confirmados no país chega a 591. Esse número inclui os casos informados ao Ministério da Saúde pelos três laboratórios de referência para o diagnóstico da influenza (Fundação Oswaldo Cruz/RJ, Instituto Evandro Chagas/PA e Instituto Adolf Lutz/SP) e/ou pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).

UF
Confirmados
 
UF
Confirmados
Alagoas
4
 
Paraná
21
Amazonas
1
 
Paraíba
2
Bahia
4
 
Pernambuco
1
Ceará
1
 
Piauí
2
Distrito Federal
21
 
Rio de Janeiro
60
Espírito Santo
11
 
Rio Grande do Norte
1
Goiás
4
 
Rio Grande do Sul
35
Maranhão
2
 
Santa Catarina
45
Mato Grosso
3
 
São Paulo
294
Minas Gerais
69
 
Sergipe
4
Pará
2
 
Tocantins
4
 
 
 
Brasil
591

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Quinta-feira, 25/6/2009, às 19h

NOTA À IMPRENSA

53 NOVOS CASOS  nas últimas 24h. Toltal agora  é de  452.

Ocorrências de casos humanos de influenza A (H1N1)

1. CASOS NO BRASIL


1.1 – O Ministério da Saúde informa que foram confirmados 53 NOVOS CASOS de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1), nos estados de São Paulo (31), Rio Grande do Sul (11), Minas Gerais (6), Rio de Janeiro (2), Ceará (1), Distrito Federal (1) e Goiás (1).

1.2 – Errata: no boletim de ontem (24/6), um caso de Minas Gerais foi contabilizado como caso da Bahia. Neste boletim, esta falha já está corrigida.

1.3 – Com os novos casos, o total de confirmados no país chega a 452. Esse número inclui os casos informados ao Ministério da Saúde pelos três laboratórios de referência para o diagnóstico da influenza (Fundação Oswaldo Cruz/RJ, Instituto Evandro Chagas/PA e Instituto Adolf Lutz/SP) e/ou pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). 

tabela
 


24/06/2009 , às 18h27  quarta-feira
NOTA À IMPRENSA
 
Chega a 399 os casos confirmados da gripe.

MINISTÉRIO DA SAÚDE
GABINETE PERMANENTE DE EMERGÊNCIAS
NOTA À IMPRENSA


Ocorrências de casos humanos de influenza A (H1N1
)

1. CASOS NO BRASIL

1.1 – O Ministério da Saúde informa que foram confirmados 65 NOVOS CASOS de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1), nos estados de São Paulo (26), Minas Gerais (10), Rio Grande do Sul (9), Paraná (4), Santa Catarina (4), Rio de Janeiro (3), Sergipe (3), Alagoas (2), Paraíba (2), Bahia (1) e Pernambuco (1).

1.2 – Com os novos casos, o total de confirmados no país chega a 399. Esse número inclui os casos informados ao Ministério da Saúde pelos três laboratórios de referência para o diagnóstico da influenza (Fundação Oswaldo Cruz/RJ, Instituto Evandro Chagas/PA e Instituto Adolf Lutz/SP) e pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).


tabela

 
 
 
23/06/2009 , às 15h06

MS recomenda adiar viagens ao Chile e Argentina


A recomendação é especialmente direcionada para idosos com 60 anos ou mais, crianças com até dois anos de idade e pessoas com baixa imunidade

O Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, recomendou hoje (23), em São Paulo, que idosos com 60 anos ou mais, crianças com até dois anos de idade e pessoas com baixa imunidade adiem viagens ao Chile e à Argentina para prevenir infecções pelo vírus Influenza A (H1N1). De acordo com o Ministro, a recomendação foi definida com base em critérios epidemiológicos, uma vez que há grande número de casos da nova gripe no Brasil de pessoas que voltaram de viagem a esses dois países. Como se trata de uma recomendação, ela pode vir a ser estendida a outros países com quadros semelhantes aos do Chile e da Argentina.


REFORÇO – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) anunciou ontem (22), novas medidas para reforçar a vigilância em portos e aeroportos de todo o país, devido ao aumento do número de casos de Influenza A (H1N1) em países vizinhos do Brasil. Para isso, o país vai aumentar o alerta em todas as entradas do país para detectar, diagnosticar e encaminhar para tratamento casos de pessoas suspeitas de estarem infectadas pelo vírus. O anúncio foi feito pelo diretor de Portos, Aeroportos e Fronteiras da ANVISA, José Agenor Álvares da Silva, durante a reunião diária do Gabinete Permanente de Emergências de Saúde Pública (GEI), ocorrida na sede do Ministério da Saúde. A seguir, as principais medidas anunciadas pela ANVISA:

 

22/06/2009 , às 17h16
NOTA À IMPRENSA

Chega a 240 os casos confirmados

1. O Ministério da Saúde informa que foram confirmados 25 NOVOS CASOS de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1): 15 em São Paulo, três no Espírito Santo, três em Santa Catarina, dois no Distrito Federal, um no Maranhão e um em Minas Gerais. Todos os pacientes passam bem.

2. Com os novos casos, o total acumulado de confirmados no país chega a 240. PARA TODOS OS CASOS, estão sendo realizados busca ativa e monitoramento de todas as pessoas que estabeleceram contato próximo com esses pacientes.


 
 
 
20/06/2009 , às 17h48
Mais 49 casos novos confirmados neste sábado. Total chega a 180 confirmados .
NOTA À IMPRENSA

Ocorrências de casos humanos de influenza A (H1N1)

1. O Ministério da Saúde informa que foram confirmados 49 NOVOS CASOS de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1): 25 em São Paulo, 11 no Rio de Janeiro, sete no Distrito Federal, dois no Paraná, dois no Rio Grande do Sul, um na Bahia e um em Minas Gerais. Todos os pacientes passam bem.

2. Com os novos casos, o total de confirmados no país chega a 180. PARA TODOS OS CASOS, estão sendo realizados busca ativa e monitoramento de todas as pessoas que estabeleceram contato próximo com esses pacientes.

3. O Ministério da Saúde acompanha, ainda, 184 CASOS SUSPEITOS de Influenza A (H1N1) no país. As amostras com secreções respiratórias dos pacientes estão em análise laboratorial.
 
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19/6/2009 -
17 novos casos foram confirmados esta semana
País tem 131 casos de gripe H1N1;
Escola antecipa férias em SP
O ministério acompanha ainda 166 casos suspeitos

NOTA À IMPRENSA


Sexta-feira, 19/6/2009, às 16h30

Ocorrências de casos humanos de influenza A (H1N1)

1. O Ministério da Saúde informa que foram confirmados 17 NOVOS CASOS de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1): 14 em São Paulo, dois em Goiás e um no Rio Grande do Norte. Todos os pacientes passam bem.

2. Dos novos casos, três são de transmissão autóctone (ocorrida dentro do território nacional). Esses pacientes são contatos de pessoas procedentes do exterior, que já tinham sido diagnosticadas com a doença. Os outros 14 casos são de pessoas que estiveram fora do país.

3. Com os novos casos, o total de confirmados no país chega a 131. A distribuição entre os estados fica assim: São Paulo (55), Santa Catarina (26), Minas Gerais (19), Rio de Janeiro (15), Tocantins (4), Distrito Federal (3), Espírito Santo (2), Goiás (2), Mato Grosso (2), Bahia (1), Rio Grande do Norte (1) e Rio Grande do Sul (1).

4. PARA TODOS OS CASOS, ESTÃO SENDO REALIZADOS BUSCA ATIVA E MONITORAMENTO DE TODAS AS PESSOAS QUE ESTABELECERAM CONTATO PRÓXIMO COM ESSES PACIENTES.

5. O Ministério da Saúde acompanha, ainda, 166 CASOS SUSPEITOS de Influenza A (H1N1) no país. As amostras com secreções respiratórias dos pacientes estão em análise laboratorial.

6. Os casos suspeitos estão nos estados de Santa Catarina (36), São Paulo (26), Rio de Janeiro (25), Paraná (16), Distrito Federal (15), Minas Gerais (10), Pernambuco (9), Rio Grande do Sul (6), Goiás (3), Alagoas (2), Bahia (2), Ceará (2), Espírito Santo (2), Maranhão (2), Mato Grosso (2), Rio Grande do Norte (2), Rondônia (2), Sergipe (2), Roraima (1) e Tocantins (1).

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11/06/2009
Passa de 5 para 6 (máximo) o nível de alerta do vírus Influenza A/H1N1
 
11/06/2009 , às 14h09

Fala da Ministra Interina - MÁRCIA BASSIT


MINISTÉRIO DA SAÚDE
Assessoria de Comunicação Social
Divisão de Imprensa
 
FALA DA MINISTRA INTERINA - MÁRCIA BASSIT - SOBRE O ALERTA DE EMERGÊNCIA DE SAÚDE PÚBLICA DE IMPORTÂNCIA INTERNACIONAL, RELATIVO À MUDANÇA DO NÍVEL DE DO NÍVEL 5 PARA NÍVEL 6, CARACTERIZANDO PANDEMIA DE INFLUENZA A (H1N1)
DECLARADO PELA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE EM
11 DE JUNHO DE 2009
 
 Desde que a Organização Mundial de Saúde alertou pela primeira vez para o risco de uma pandemia do vírus da Influenza A (H1N1), em 24 de abril, o governo brasileiro vem adotando total transparência sobre os fatos referentes à doença e as ações que estão sendo tomadas no Brasil. 
 
Por isso, comunicamos que a Organização Mundial da Saúde, informou, às 10 horas e 34 minutos, horário de Brasília, a alteração do nível de Emergência de saúde pública de importância internacional relativo a Gripe A (H1N1) de nível 5 para nível 6.
O que significa isso? A OMS divide o mundo em seis regiões administrativas. A Fase 5 é caracterizada pela propagação do vírus de pessoa a pessoa em, no mínimo, dois países de uma mesma região da OMS.
A Fase 6 é caracterizada quando a propagação do vírus de pessoa a pessoa passa a ocorrer em, no mínimo, um país de uma outra região. Ou seja, para a OMS, isso caracteriza a pandemia. O que é pandemia? É exatamente isso: uma epidemia que se alastrou para pelo menos duas regiões administrativas distintas designadas pela OMS.
No entanto, é importante ressaltar dois pontos fundamentais:
 
Número 1 - a nova fase de alerta não significa maior gravidade dos casos. A letalidade dessa doença no mundo é de 0,5 por cento, considerada baixa pela OMS, o que não diminui, sob nenhuma hipótese, a nossa responsabilidade de proteger a população brasileira. 
Número 2 – A transmissão, no Brasil, permanece limitada e sem sustentabilidade.  
Também é importante destacar que o Brasil se antecipou a todas as medidas recomendadas pela OMS. Por isso, a nova situação não muda em nada os procedimentos que o governo brasileiro adotou para a vigilância, diagnóstico e tratamento da doença. 
Continuamos com a intensa vigilância adotada em portos, aeroportos e fronteira, continuamos com o diagnóstico rápido dos casos suspeitos e o sistema de saúde continua monitorando aqueles que tiveram contato direto com pessoas contaminadas pelo vírus. 
Todas essas medidas têm se mostrado eficazes e serão mantidas.  
Este esforço permanente, dia e noite, vem ocorrendo desde 24 de abril. 
A situação no Brasil está sob controle. O país registrou, até hoje, 52 casos confirmados, destes 40 casos, equivalendo a 75%, são casos importados de outros países. Muitos já receberam alta.
 
A população continua sendo orientada para que, em caso de apresentar sintomas compatíveis com a doença, procure a unidade de saúde mais próxima.  
Na unidade de Saúde, o paciente será avaliado e encaminhado, caso necessário, a um de nossos 53 hospitais de referência.            
Adicionalmente, contamos com 192 Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalares em todo o país, que funcionam como sentinelas para eventos em saúde pública.  
Para o atendimento somente no setor público, nesses 53 hospitais, há cerca de 900 leitos reservados, kits para o diagnóstico da doença e tratamentos de medicação específica para uso imediato. Além disso, temos outros nove milhões de tratamentos em estoque.  
Ressalto que, desde 2000, o Brasil organizou uma rede de vigilância epidemiológica e de assistência e está preparado para enfrentar os casos de Influenza.  
Para finalizar, é importante ressaltar mais uma vez:  
A vigilância permanece atenta nos portos, aeroportos e zonas de fronteira para detectar os casos suspeitos da doença e encaminhar essas pessoas para diagnóstico e tratamento adequados.  
O Brasil conta com uma rede de 53 hospitais de referência, com cerca 900 leitos de internação, kits de exames e medicamentos em quantidade suficiente para acolher a demanda. 
Esse cenário comprova o esforço do governo federal e do Ministério da Saúde, juntamente com as secretarias estaduais e municipais de saúde de todo o país, para garantir segurança a toda a população.  
Obrigada.


 
Alerta em Creche em Florianópolis  06/06/2009
 
Por medida de precaução, o Ministério da Saúde, a Secretaria de Saúde do Estado de Santa Catarina e a Secretaria Municipal de Florianópolis decidiram, conjuntamente, recomendar a suspensão das atividades de uma creche na capital do Estado.
7. Uma das alunas teve a confirmação da doença ontem (sexta-feira, 5 de junho). A paciente é contato próximo de um caso confirmado anteriormente, procedente do exterior. Ela está em isolamento domiciliar e passa bem.
8. A aluna divide seu espaço de atividades com outras 19 crianças. A suspensão é indicada até o fim dos sintomas da doença.
9. Todas as crianças e funcionários, bem como seus contatos próximos, estão sendo monitorados pelas autoridades de saúde estaduais e municipais. O mesmo monitoramento será adotado para outras pessoas que tiveram contato com a paciente, independentemente do ambiente de trabalho.
10. O Ministério da Saúde encaminhou uma equipe da Secretaria de Vigilância em Saúde para apoio técnico das ações das autoridades sanitárias locais.

 
 09/06/2009 , às 13h52

NOTA À IMPRENSA


Ocorrências de casos humanos de influenza A (H1N1)

1. O Ministério da Saúde informa que foram confirmados DOIS NOVOS CASOS de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1) – um em Santa Catarina e um no Distrito Federal. Os dois pacientes foram infectados durante viagem ao exterior. Ambos estão em isolamento domiciliar e passam bem.

2. Com os novos casos, o total de confirmados no país chega a 40. A distribuição entre os estados fica assim: São Paulo (17), Rio de Janeiro (9), Santa Catarina (6), Tocantins (3), Mato Grosso (2), Distrito Federal, (1) Minas Gerais (1) e Rio Grande do Sul (1). Para todos os casos, estão sendo realizados busca ativa e monitoramento de todas as pessoas que estabeleceram contato próximo com esses pacientes.

3. Além disso, o Ministério da Saúde acompanha 49 CASOS SUSPEITOS de Influenza A (H1N1) no país. As amostras com secreções respiratórias dos pacientes estão em análise laboratorial.

4. Os casos suspeitos estão nos estados de São Paulo (18), Santa Catarina (10), Rio de Janeiro (4), Paraná (1), Distrito Federal (2), Espírito Santo (1), Goiás (2), Rio Grande do Norte (2), Rondônia (2), Alagoas (1), Bahia (2), Minas Gerais (1), Tocantins (1) e Pernambuco (2). O total de casos suspeitos refere-se a informações divulgadas pelas secretarias estaduais de Saúde até as 9h30 desta terça-feira


 
07/06/2009 , às 15h27

NOTA À IMPRENSA


Ocorrências de casos humanos de influenza A (H1N1) – 7 de junho de 09

1. O Ministério da Saúde informa que foi confirmado um novo caso de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1), no estado do Rio de Janeiro.

2. O paciente apresentou os sintomas da doença após retornar de viagem ao Canadá. Está em isolamento domiciliar e passam bem. Pessoas que tiveram contato próximo com o paciente estão em monitoramento.

3. Com o novo caso registrado neste domingo (7), o total de confirmados no país chega a 36. Os casos foram registrados nos estados de São Paulo (15), Rio de Janeiro (9), Santa Catarina (5), Mato Grosso (2), Tocantins (3), Minas Gerais (1) e Rio Grande do Sul (1). Para TODOS os casos confirmados, estão sendo realizados busca ativa e monitoramento de todas as pessoas que estabeleceram contato próximo com os pacientes.

4. Outros 45 CASOS SUSPEITOS de Influenza A (H1N1) estão sendo acompanhados pelo Ministério da Saúde, em todo o país. As amostras com secreções respiratórias dos pacientes estão em análise laboratorial.

5. Os casos suspeitos estão nos estados de São Paulo (17), Minas Gerais (1), Paraná (4), Rio de Janeiro (5), Rio Grande do Norte (2), Rondônia (2), Distrito Federal (3), Espírito Santo (2), Pernambuco (1), Santa Catarina (6) e Goiás (2).

6. Até o momento, 411 casos foram DESCARTADOS (veja tabela).

7. Os números referem-se a informações repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde até as 13h deste domingo (7). TODOS OS CASOS IDENTIFICADOS APÓS ESSE HORÁRIO SERÃO CONTABILIZADOS NO DOCUMENTO DO DIA SEGUINTE.

Tabela de casos de Influenza A (H1N1) no Brasil, segundo critério de classificação por UF

CASOS
N
UF
Suspeitos1
Confirmados laboratorio1
Descartados1,2
Total2
1
Alagoas
0
0
04
04
2
Amapá
0
0
01
01
3
Amazonas
0
0
02
02
4
Bahia
0
0
08
08
5
Ceará
0
0
04
04
6
Distrito Federal
03
0
17
20
7
Espírito Santo
02
0
05
07
8
Goiás
02
0
08
10
9
Maranhão
0
0
01
01
10
Mato Grosso
0
02
03
05
11
Mato Grosso do Sul
0
0
06
06
12
Minas Gerais
01
01
59
61
13
Pará
0
0
06
06
14
Paraíba
0
0
04
04
15
Paraná
04
0
17
21
16
Pernambuco
01
0
06
07
17
Piauí
0
0
03
03
18
Rio de Janeiro
05
09
59
73
19
Rio Grande do Norte
02
0
09
11
20
Rio Grande do Sul
0
01
14
15
21
Rondônia
02
0
0
02
22
Roraima
0
0
01
01
23
Santa Catarina
06
05
13
24
24
São Paulo
17
15
154
186
25
Sergipe
0
0
05
05
26
Tocantins
0
03
02
05
 
Total2
45
36
411
492

12. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), até o momento, há 25 países com casos autóctones de transmissão do vírus: Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Dinamarca, Equador, Eslováquia, Espanha, EUA, Estônia, França, Guatemala, Irlanda, Itália, Japão, México, Panamá, Peru, Reino Unido e Romênia.

13. Porém, segundo a OMS, Estados Unidos, México, Canadá e Austrália (estado de Victoria) são os únicos países considerados com transmissão sustentada.

14. Até o momento, 70 países têm casos confirmados e divulgados da doença, de acordo com informações dos governos ou da OMS.
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 01/06/2009 , às 20h01

NOTA À IMPRENSA


MINISTÉRIO DA SAÚDE
GABINETE PERMANENTE DE EMERGÊNCIAS

Novo caso confirmado em Campinas/SP
 
Ocorrências de casos humanos de influenza A (H1N1)

1. O Ministério da Saúde informa que, após o fechamento do boletim divulgado às 17h30 desta segunda-feira, recebeu a confirmação de novo caso de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1) no município de Campinas, no estado de São Paulo.

2. A paciente é contato próximo de um caso que havia sido confirmado anteriormente, procedente do exterior. Ela está internada e passa bem.

3. A paciente trabalha em uma creche que atende a 30 crianças. Todas as crianças e funcionários da creche, bem como seus contatos próximos, estão sendo monitorados pelas autoridades de saúde estaduais e municipais. O mesmo monitoramento será adotado para outras pessoas que tiveram contato com a paciente, independentemente do ambiente de trabalho.

4. Por medida de precaução, o Ministério da Saúde, a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e a Secretaria Municipal de Saúde de Campinas decidiram, conjuntamente, recomendar a suspensão das atividades da creche por dez dias, período de manifestação dos sintomas da doença.

5. Com o novo caso, chega a 21 o total de confirmados no país. Os casos foram confirmados em São Paulo (9), Rio de Janeiro (5), Santa Catarina (4), Minas Gerais (1), Rio Grande do Sul (1) e Tocantins (1).

6. Dos casos confirmados, sete foram de transmissão autóctone (dentro do território nacional), todos com vínculos epidemiológicos com pacientes procedentes do exterior. Desse modo, a transmissão no Brasil é limitada e não há evidência de sustentabilidade da transmissão de pessoa a pessoa do vírus da Influenza A (H1N1).

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28/05/2009 , às 19h52

NOTA À IMPRENSA


Ocorrências de casos humanos de influenza A (H1N1)

1. O Ministério da Saúde informa que, após a divulgação de boletim às 16h00 desta quinta-feira (28 de maio), recebeu a confirmação de três outros casos de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1) no país. Os três pacientes são residentes no Estado de São Paulo e apresentaram os sintomas da doença após retorno de viagens aos Estados Unidos. Todos receberam atendimento e orientação na rede pública local de saúde.

2. Nesta quinta-feira, também havia sido confirmado o caso de um paciente infectado pelo vírus Influenza A (H1N1), residente de Santa Catarina, que também contraiu a doença após viagem aos Estados Unidos. Ele também está em tratamento e passa bem.

3. Com estes, o total de casos confirmados no país chega a 14. Os casos foram registrados nos estados de São Paulo (06), do Rio de Janeiro (04), Santa Catarina (02), Minas Gerais (01) e Rio Grande do Sul (01). Para todos os casos, estão sendo realizados busca ativa e monitoramento de todas as pessoas que estabeleceram contato próximo com esses pacientes.

4. O Ministério da Saúde considera que não há evidências de sustentabilidade da transmissão de pessoa a pessoa do vírus A (H1N1), uma vez que, até o momento, foram detectados somente dois casos de transmissão autóctone (dentro do território nacional), ambos com vínculo epidemiológico com o caso índice procedente do México.

5. Até o momento, os países com evidência de autoctonia são: Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Espanha, EUA, Itália, Japão, México, Panamá, Peru e Reino Unido. Segundo a OMS, o México, os EUA e o Canadá são considerados países com transmissão sustentada. A letalidade no mundo é de 0,70%. Nesta quinta-feira, 50 países têm casos confirmados e divulgados da doença, de acordo com informações dos governos ou da Organização Mundial de saúde (OMS), conforme tabela abaixo.

Tabela 1. Influenza A(H1N1) no mundo, segundo critério de classificação por país.

N
País
Confirmados
Óbitos confirmados
 
Total de casos
15.345
103
1
Estados Unidos
7.927
11
2
México
4.910
89
3
Canadá
1.118
2
4
Japão
364
0
5
Reino Unido
184
0
7
Chile
168
0
6
Espanha
138
0
8
Panamá
76
0
9
Austrália
67
0
16
Argentina
37
0
11
China
36
0
10
Costa Rica
33
1
13
Equador
32
0
12
Peru
31
0
14
Itália
23
0
15
Coréia do Sul
21
0
17
França
20
0
18
Kuwait
18
0
19
Alemanha
17
0
20
Colômbia
16
0
21
Brasil
14
0
25
El Salvador
11
0
22
Nova Zelândia
9
0
23
Israel
9
0
24
Bélgica
8
0
33
Filipinas
6
0
27
Guatemala
5
0
26
Cuba
4
0
28
Noruega
4
0
29
Holanda
3
0
30
Polônia
3
0
31
Suécia
3
0
32
Suíça
3
0
34
Finlândia
3
0
35
Irlanda
3
0
42
Grécia
3
0
36
Malásia
2
0
37
Rússia
2
0
38
Tailândia
2
0
39
Turquia
2
0
40
Áustria
1
0
41
Dinamarca
1
0
43
Honduras
1
0
44
Índia
1
0
45
Islandia
1
0
46
Portugal
1
0
47
República Tcheca
1
0
48
Bahrein
1
0
49
Romênia
1
0
50
Singapura
1
0


Legenda e informações complementares:
1. Fontes: Informações oficiais divulgadas pela OMS e governos dos países afetados (ver links no item VI)
2. Para obter informações sobre os estados afetados por país, acesse: http://ais.paho.org/flu/sm/en/atlas.html


6. NÃO É RECOMENDADO que a população tome medicamentos por conta própria, pois a automedicação pode mascarar ou atenuar sintomas, além de provocar resistência ao medicamento específico para influenza. Se as pessoas sentirem alguns dos sintomas, devem procurar um serviço de saúde imediatamente.

7. O Ministério da Saúde reforça a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) da necessidade de as autoridades sanitárias manterem o sigilo da identidade dos casos confirmados, suspeitos e em monitoramento, evitando estigma social a essas pessoas.

Atendimento à Imprensa:
(61) 3315-2351/3580
jornalismo@saude.gov.br



 
NOTA OFICIAL
20/05/2009; 15H
 
 
 

 
 
 
11/05/2009 , às 13h47

NOTA À IMPRENSA


MINISTÉRIO DA SAÚDE
GABINETE PERMANENTE DE EMERGÊNCIAS
NOTA À IMPRENSA

Segunda-feira, 11/5/2009, às 13h

Ocorrências de casos humanos de influenza A (H1N1)


1. O Ministério da Saúde acompanha 22 CASOS SUSPEITOS de Influenza A (H1N1) no país. As amostras com secreções respiratórias desses pacientes estão em análise laboratorial.

2. Os casos suspeitos estão nos estados de São Paulo (10), Distrito Federal (3), Pernambuco (3), Rio de Janeiro (2), Alagoas (1), Ceará (1), Paraná (1) e Rondônia (1).

3. Além disso, 22 CASOS estão EM MONITORAMENTO, em sete estados; e 164 foram DESCARTADOS (veja tabela abaixo). Os números referem-se a informações repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde até as 9h30 desta quarta-feira.

4. Até o momento, foram confirmados oito casos da doença, nos estados do Rio de Janeiro (3), São Paulo (2), Minas Gerais (1), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1).

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